Bárbara Costa e Stéphani Emmerich
Bem Vindo ao meu espaço...
quinta-feira, dezembro 08, 2011
domingo, outubro 30, 2011
domingo, setembro 11, 2011
Nerd e Popular
"Hoje é o grande dia, vou me declarar pra ela.
Fiquei semanas ensaiando e de tanto pensar nisso nem tomei o café.
Já estou atrasado.
Pego minha mochila e vou andando, ou melhor, correndo pra a escola.
Claro que pra minha sorte o sinal já bateu.
Entrei na sala.
Vendo os trabalhos de ciência lembrei ter esquecido o meu.
Atordoado, fui a mesa da professora me explicar.
Antes que eu chegasse ao meu destino eu a vi, com seu sorriso encantador que me hipnotizava.
E em câmera lenta... eu tropeço em alguém, esbarrando numa bacia com meleca verde, caio no chão estatelado.
É então que uma voz doce, perguntou se estava tudo bem.
- Era ela! E se preocupando comigo!
Eu disse que sim enquanto me levantava, foi então que percebi que não era comigo que ela falava.
Todos riram de mim, até mesmo ela.
Morrendo de vergonha e todo melecado fui sentar no meu lugar.
Perdi toda a coragem de me declarar.
Agora eu podia ver o quando ela gostava daquele garoto asqueroso.
Mas como poderia alguém tão linda se apaixonar por alguém assim?
Com cabelo lambido pra trás, um sorriso de lata, de calça curta, atrapalhado, de óculos maior que a cara, que não sabe se comunicar.
E eu aqui.
Tão alto e sarado, de olhos verdes que brilham atrás das lentes, um cara popular, titular do time da escola.
As horas passam.
O sinal toca.
E eu continuo sem entender por que ela não me vê?
Por trás destes óculos há um sujeito honesto.
Essas espinhas dizem apenas que sou jovem. "
Fiquei semanas ensaiando e de tanto pensar nisso nem tomei o café.
Já estou atrasado.
Pego minha mochila e vou andando, ou melhor, correndo pra a escola.
Claro que pra minha sorte o sinal já bateu.
Entrei na sala.
Vendo os trabalhos de ciência lembrei ter esquecido o meu.
Atordoado, fui a mesa da professora me explicar.
Antes que eu chegasse ao meu destino eu a vi, com seu sorriso encantador que me hipnotizava.
E em câmera lenta... eu tropeço em alguém, esbarrando numa bacia com meleca verde, caio no chão estatelado.
É então que uma voz doce, perguntou se estava tudo bem.
- Era ela! E se preocupando comigo!
Eu disse que sim enquanto me levantava, foi então que percebi que não era comigo que ela falava.
Todos riram de mim, até mesmo ela.
Morrendo de vergonha e todo melecado fui sentar no meu lugar.
Perdi toda a coragem de me declarar.
Agora eu podia ver o quando ela gostava daquele garoto asqueroso.
Mas como poderia alguém tão linda se apaixonar por alguém assim?
Com cabelo lambido pra trás, um sorriso de lata, de calça curta, atrapalhado, de óculos maior que a cara, que não sabe se comunicar.
E eu aqui.
Tão alto e sarado, de olhos verdes que brilham atrás das lentes, um cara popular, titular do time da escola.
As horas passam.
O sinal toca.
E eu continuo sem entender por que ela não me vê?
Por trás destes óculos há um sujeito honesto.
Essas espinhas dizem apenas que sou jovem. "
segunda-feira, setembro 05, 2011
22:11 borboletas sem asas
Todo dia é um novo dia, e em todos os dias eu morro lentamente e nunca há chance de morrer por completo.
Mas no fim do meu túnel de breu existe uma luz, que me cega e me atormenta. Ela se chama Sol. É o sol que cisma em viver em mim, mesmo que por entre minha escuridão interna, brilha, com raios tímidos de luzes verdes.
Eu, apenas refugiada, vivo em meu casulo. Mesmo que apertado. Mesmo que comprimindo meu corpo. Mesmo que alteando meus pensamentos.
Até o dia em que meu casulo, de repente, se rasga e a borboleta voa livre pelas flores... mas a borboleta, sem asas, cai em queda livre. Caindo e caindo, despencando como sempre. Vejo tudo passar por mim presa no meu próprio eu. O cheiro das flores agora me rodeiam. Sim, flores que nunca cheguei a conhecer. Ouço pássaros cantarem lá no fundo, como se fizessem uma trilha sonora. Seriam lindos se não parecessem assustadores, ligados ao meu desespero de cair. O calor da primavera, me dando arrepios e me fazendo sentir frio, de um jeito inexplicável. Em minha mente o silêncio e a serenidade por saber do meu destino. Em meu interior o pavor e o desespero de um prisioneiro...
Sinto o cheiro da grama molhada se aproximar, e desabo num frio escuro e agudo. Em fim, sinto que agora cheguei em algum lugar, um lugar muito consistente. Desagradável. Acabo por ter o peito comprimido, os ossos estalados, o ar sendo escasso, e o cheiro de grama da lugar ao barro imundo me sufocando e me roubando os movimentos e então... acordo!
by: BC
Mas no fim do meu túnel de breu existe uma luz, que me cega e me atormenta. Ela se chama Sol. É o sol que cisma em viver em mim, mesmo que por entre minha escuridão interna, brilha, com raios tímidos de luzes verdes.
Eu, apenas refugiada, vivo em meu casulo. Mesmo que apertado. Mesmo que comprimindo meu corpo. Mesmo que alteando meus pensamentos.
Até o dia em que meu casulo, de repente, se rasga e a borboleta voa livre pelas flores... mas a borboleta, sem asas, cai em queda livre. Caindo e caindo, despencando como sempre. Vejo tudo passar por mim presa no meu próprio eu. O cheiro das flores agora me rodeiam. Sim, flores que nunca cheguei a conhecer. Ouço pássaros cantarem lá no fundo, como se fizessem uma trilha sonora. Seriam lindos se não parecessem assustadores, ligados ao meu desespero de cair. O calor da primavera, me dando arrepios e me fazendo sentir frio, de um jeito inexplicável. Em minha mente o silêncio e a serenidade por saber do meu destino. Em meu interior o pavor e o desespero de um prisioneiro...
Sinto o cheiro da grama molhada se aproximar, e desabo num frio escuro e agudo. Em fim, sinto que agora cheguei em algum lugar, um lugar muito consistente. Desagradável. Acabo por ter o peito comprimido, os ossos estalados, o ar sendo escasso, e o cheiro de grama da lugar ao barro imundo me sufocando e me roubando os movimentos e então... acordo!
by: BC
segunda-feira, agosto 15, 2011
segunda-feira, julho 11, 2011
bem meu tipo: esquecer que tenho blog e demorar anos pra postar nele...
#não ofereço à ninguém...
SÓ!
by: BC
segunda-feira, junho 27, 2011
segunda-feira, junho 20, 2011
#ParaDébora
@_deborareis esse é o segundo, que deveria ser o primeiro... ahhh... não sei, esse tu que pediu.
by: BC
#news
Já que eu não tenho mais inspirações pra escrever, de agora em diante vou postando desenhos...
Todo feito pra minha @_deborareis: espero que tu goste, pois fiz com o coração...
Te amo muito
sábado, abril 02, 2011
Varal de Amigos
A amizade é como um varal e nele estão pendurados aranhas em suas longas teias. As aranhas são os amigos ligados ao varal da amizade. Faça chuva ou faça sol as aranhas estão lá, nunca nos deixam, a elas devemos carinho, atenção, respeito e companheirismo. Mas existem tesouras de vários tipos que às vezes aparecem para atrapalhar a relação das aranhas com o varal. Tesouras sem fio apenas mastigam a teia fazendo as aranhas balançarem, como pequenos pêndulos. Outras aranhas, que não tem a mesma sorte, enfrentam tesouras afiadas demais e tem sua teia cortada. a aranha que cai não volta ao varal. É a vida que passa a trocar as aranhas por outras melhores, mais confiáveis e que merecem nosso amor. Algumas aranhas ficam, mas só aquelas que realmente conquistaram seu lugar, aquelas que aos poucos fortalecem suas teias. Embora todos tenhamos um varal com aranhas, para outras pessoas somos nos as aranhas, e cabe a nós fortalecer nossas teias para que não deixemos o varal.
-> se gostar Twitta, aqui em baixo!!
BC
-> se gostar Twitta, aqui em baixo!!
BC
segunda-feira, março 14, 2011
Amanhã melhora...
Desde os treze eu penso que amanhã vai ser melhor, só que o amanhã ainda não apareceu. Todos os dias é como se eu fosse cansando de lutar, e teve um dia que o sol brilhou pra mim, tive uma lua que iluminou minha escuridão, mas nem olhar pro céu eu olho mais. As crianças que são felizes por dormirem esperando o dia amanhecer, eu acordo esperando que venha logo o anoitecer. Ver uma rotina me consumindo, não me anima. Ver as flores perdendo as cores não me torna mais feliz. Tudo vai passando ao meu redor. A Terra vai girando e está cada vez mais rápida, e ela vai sacolejando depressa me deixando atordoada. E ultimamente isso só me ajuda a me perder. Eu com a minha confusão de sempre, que um dia vai me expulsar de mim. Hoje até aparenta ser ruim, mas... amanhã pode ser melhor, fazem uns quatro anos que eu espero, mas quem sabe? Amanhã
BC
BC
terça-feira, março 01, 2011
Aparentemente, eu não conheço.
Ou minha mente tem um bloqueio ou nós ainda não fomos apresentados.
É muito frustrante não poder te definir. Uma parte de mim busca insaciavelmente uma brecha em que eu possa entrar, uma fenda por onde eu possa te conhecer.
Há momentos em que teus olhares te entregam, e talvez eu podesse entrar por eles, mas provavelmente cairia numa imensidão vazia, e ficaria horas em devaneio.
É realmente doloroso ver a lacuna entre nós aumentando cada vez mais. Nem palavras facilitam nossas vidas.
E no fim tenho de me contenter com minha estátua obscura, que lamentavelmente eu ainda desconheço. Me apaixonei por uma incógnita. E nem eu sei explicar, como pode ser possível não desvendarmos os mistérios mais simples de serem resolvidos. Aparentemente.
Báh C.
É muito frustrante não poder te definir. Uma parte de mim busca insaciavelmente uma brecha em que eu possa entrar, uma fenda por onde eu possa te conhecer.
Há momentos em que teus olhares te entregam, e talvez eu podesse entrar por eles, mas provavelmente cairia numa imensidão vazia, e ficaria horas em devaneio.
É realmente doloroso ver a lacuna entre nós aumentando cada vez mais. Nem palavras facilitam nossas vidas.
E no fim tenho de me contenter com minha estátua obscura, que lamentavelmente eu ainda desconheço. Me apaixonei por uma incógnita. E nem eu sei explicar, como pode ser possível não desvendarmos os mistérios mais simples de serem resolvidos. Aparentemente.
Báh C.
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Sem função.
Pode ser por que está muito quente, mas parece que meu cérebro não tá funcionando bem... ou talvez seja meu coração, se metendo onde não deve. Como sempre. Minhas férias, não sendo férias, não me deixam pensar. Tudo que eu queria era me entender, ou alguém que me entendesse, e que não fugisse depois disso. Queria querer coisas menos complexas. E seria muito bom se eu pudesse decidir por meus sentimentos, apagar meus medos, ou pular alguns momentos. Eu sim deveria ler os pensamentos alheios, talvez compreende-se melhor os homens, e quem sabe descobriria o que sou. Por outro lado minhas dúvidas até me deixam uma certeza, sou uma contradição! Uma incógnita, um segredo, um enigma, um baú sem chaves, um diário inacabado... Às vezes me perco em mim, me afundo em minhas dores, cercada de felicidade, coisas que só eu consigo. Sou, pra uns, apenas um grão de areia no deserto. Para os mais importantes, a estrela de uma constelação. Isso que vale.
terça-feira, janeiro 18, 2011
Férias? De Verão?
Esperar o ano todo pra quê? Verão! Dias quentes, praias cheias... era pra ser bom, mas reparando melhor, não é lá essas coisas. Primeiro que muita gente, como eu, trabalha e ainda...
Acordo agora, e vai descansar na beira, a areia vai queimando a sola do pé, o sol torrando, te deixa com dor de cabeça. Ta batendo um ventinho e por isso, é um jogo de fuga pra não pechar num guarda-sol voador, que alguns genios põem a favor do vento. Daí tu já ta sentando, vira pro lado e tem gente rica jogando areia de um lado pro outro , na tentativa de vira empanado. Pensando melhor... troca de lugar. Depois de decidir um novo canto, começa um zumbidinho e adivinha? Alguém muito bem educado deixou na praia um pedaço de milho e um copo de caipirinha e as mosquinhas ali, fazendo a festa, e te estressando mais um pouco. Pra não estragar o resto de manhã, e já que tu acordo quase meio-dia, é só da uma chegadinha pro lado certo? Errado, porque agora do teu lado tem uma criancinha chata querendo ir pro mar e outra com sono. Uma berra de um lado e outra torra a paciência do outro. A solução é pôr um fone de ouvido, sintoniza na 104.7, esperando as confirmações pro Planeta Rio Grande do Sul 2011.
Enquanto dá propaganda, tu podia dar uma rastreando em busca de um gatinho, um surfista sarado, cheia de expectativa, põe o óculos e se ajeita na cadeira ... e eis que surge , de dentro do mar, -não o Brand Pitt- mas uma monstra, uma torta de feia, que sai se rindo toda e tropeça no próprio pé, a querida rala o joelho na areia e levanta achando que ninguém viu. E é na viradinha dela que tu percebe - por que Senhor, eu sai de casa? - a musa da cãibra ta com biquine atolado de um lado e do outro não. É o fim!! Conta até mil e deita na canga, quem sabe de costas? Acho que agora vai. Virada de bruços, pegando uma corzinha, e com fone, escutando Cabelo no Espaguetti. Passando a maior galera por ti, e tu acho que poderia ser um arrastão do cotidiano, e é nessa hora que tu sente um geladinho no pé, e depois a onde termina de te cobrir. Que beleza! Saltando que nem ninja e a praia toda te olhando, teu pé direito de havaianas Slin vai sendo engolido pelo mar, que que se faz? Sai correndo a cata do chinelo né... mas, tarde demais . Agora chega! Recolhe tudo e vai embora. E lá vai você... é, você! A canga pingando, o óculos com areia, o pé direito queimando, porque só o esquerdo tem chinelo, e a cadeirinha guerreira em baixo do braço. Tu já tá ruma ao asfalto, pensando no banho quente, algo te atinge, uma bola nas costas, que tudo! A raiva já ta te estourando os olhos, mas alguém te educou, e em nome disso, tu pega a bolinha e procura o abençoado que chutou. Encontra meio metro de criança na tua direção, dá um desconto, afinal é só um inocente, que na hora de agradece diz: Valeu tia! Tia? Como assim? Sem condições nem de respira, tu pensa: V O M I M B O R A. Uma, duas, três, quatro quadras se passaram. Sim, tua casa não é na beira da praia porque o dinheiro tava escasso. Dá uma corridinha e se gruda no portão. Agora diz pra ele o quanto ele é importante, que já estava com saudades, que ele é um étimo portão... e que que acontece nessa hora? Quase nada, apenas um bando de meninos rindo da tua cara de louca, atropelada que fala com portões. Então, só corre pra dentro e se tranca no quarto! Esse dia te fez qualificada pra ir pro céu.
by: Báh Costa - anos de praia.
Acordo agora, e vai descansar na beira, a areia vai queimando a sola do pé, o sol torrando, te deixa com dor de cabeça. Ta batendo um ventinho e por isso, é um jogo de fuga pra não pechar num guarda-sol voador, que alguns genios põem a favor do vento. Daí tu já ta sentando, vira pro lado e tem gente rica jogando areia de um lado pro outro , na tentativa de vira empanado. Pensando melhor... troca de lugar. Depois de decidir um novo canto, começa um zumbidinho e adivinha? Alguém muito bem educado deixou na praia um pedaço de milho e um copo de caipirinha e as mosquinhas ali, fazendo a festa, e te estressando mais um pouco. Pra não estragar o resto de manhã, e já que tu acordo quase meio-dia, é só da uma chegadinha pro lado certo? Errado, porque agora do teu lado tem uma criancinha chata querendo ir pro mar e outra com sono. Uma berra de um lado e outra torra a paciência do outro. A solução é pôr um fone de ouvido, sintoniza na 104.7, esperando as confirmações pro Planeta Rio Grande do Sul 2011.
Enquanto dá propaganda, tu podia dar uma rastreando em busca de um gatinho, um surfista sarado, cheia de expectativa, põe o óculos e se ajeita na cadeira ... e eis que surge , de dentro do mar, -não o Brand Pitt- mas uma monstra, uma torta de feia, que sai se rindo toda e tropeça no próprio pé, a querida rala o joelho na areia e levanta achando que ninguém viu. E é na viradinha dela que tu percebe - por que Senhor, eu sai de casa? - a musa da cãibra ta com biquine atolado de um lado e do outro não. É o fim!! Conta até mil e deita na canga, quem sabe de costas? Acho que agora vai. Virada de bruços, pegando uma corzinha, e com fone, escutando Cabelo no Espaguetti. Passando a maior galera por ti, e tu acho que poderia ser um arrastão do cotidiano, e é nessa hora que tu sente um geladinho no pé, e depois a onde termina de te cobrir. Que beleza! Saltando que nem ninja e a praia toda te olhando, teu pé direito de havaianas Slin vai sendo engolido pelo mar, que que se faz? Sai correndo a cata do chinelo né... mas, tarde demais . Agora chega! Recolhe tudo e vai embora. E lá vai você... é, você! A canga pingando, o óculos com areia, o pé direito queimando, porque só o esquerdo tem chinelo, e a cadeirinha guerreira em baixo do braço. Tu já tá ruma ao asfalto, pensando no banho quente, algo te atinge, uma bola nas costas, que tudo! A raiva já ta te estourando os olhos, mas alguém te educou, e em nome disso, tu pega a bolinha e procura o abençoado que chutou. Encontra meio metro de criança na tua direção, dá um desconto, afinal é só um inocente, que na hora de agradece diz: Valeu tia! Tia? Como assim? Sem condições nem de respira, tu pensa: V O M I M B O R A. Uma, duas, três, quatro quadras se passaram. Sim, tua casa não é na beira da praia porque o dinheiro tava escasso. Dá uma corridinha e se gruda no portão. Agora diz pra ele o quanto ele é importante, que já estava com saudades, que ele é um étimo portão... e que que acontece nessa hora? Quase nada, apenas um bando de meninos rindo da tua cara de louca, atropelada que fala com portões. Então, só corre pra dentro e se tranca no quarto! Esse dia te fez qualificada pra ir pro céu.
by: Báh Costa - anos de praia.
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